quarta-feira, 25 de julho de 2012
Melides
Passeio a Melides. (o Texto vem depois. É necessário tempo e inspiração.)
Local:
Melides, Portugal
sábado, 4 de fevereiro de 2012
sábado, 10 de dezembro de 2011
Arranjar as malas...
Para que não haja dúvidas no momento de fazer as malas e ir de férias...em duas rodas!!!!!
Rick Peterson BMW GS1200 Kit Layout for EA from Claudio von Planta on Vimeo.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
M & M - Montargil & Maranhão
Montargil e Maranhão
Os passeios estão-se a tornar cada vez mais espaçados. Dantes era o filósofo agora são os coelhos que não nos deixam andar na estrada...
Bom lá partimos para o passeio anual. É melhor chamar-lhe passeio de Outono sempre dá a impressão que fazemos pelo menos mais três!
Nem sempre é fácil reunir todos e desta vez apenas duas motas marcaram encontro em Santarém no Jardim da República.
Passagem pelo centro da cidade e tomamos estrada em direcção à Chamusca. A passagem por Alpiarça faz sempre doer o coração ... a quantidade casas espectaculares da primeira metade do séc. xx que se encontram abandonadas, à espera dos PDM desenhados por iluminados do desenvolvimento, até faz dó. Pelo menos ainda não foram destruídas pelo que neste aspecto a crise tem um lado positivo que é também ter chegado ao betão.
Seguimos na estrada até ao cruzamento de Ulme. A partir daqui as estradas interiores até Foros do Arão proporcionam-nos um espectáculo muito agradável quer na condução quer de paisagem. Vão-se sucedendo os quilómetros e vai-se passando por aldeias e lugares na maior parte das vezes sem ver vivalma. Não se vê praticamente nenhuma actividade, nem tractores, nem pessoas. Se isto já está assim em 2011 em 2013 nem quero ver...
Paragem na vila de Montargil para actualizarmos o plano e vermos se queremos efectuar algum desvio ou seguir a rota inicial. Resolvemos contornar a barragem pela margem direita e seguir em direcção a Ponte-de-Sôr. Os Foros do Mocho (vim a saber mais tarde) situados na margem esquerda da barragem têm de ficar para outra volta.
Nas margens da Barragem encontram-se alguns empreendimentos turísticos com soluções mais e menos felizes mas também aqui se vêm alguns (pelo menos aparentemente) sem estarem em funcionamento.
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| Percurso |
Bom lá partimos para o passeio anual. É melhor chamar-lhe passeio de Outono sempre dá a impressão que fazemos pelo menos mais três!
O percurso de cerca de 300km estendia-se pela zona fronteiriça entre o Ribatejo e o Alentejo. Para além das cores que a época do ano proporciona existem estradas muito agradáveis que têm um bom piso e com curvas que tornam a viagem de mota muito mais interessante. O facto de se estabelecer o percurso não quer dizer que o tenhamos de seguir mas permite ser mais objectivo nos desvios e ter algum controlo sobre a hora de chegada.
| Jardim da República - Santarém |
Nem sempre é fácil reunir todos e desta vez apenas duas motas marcaram encontro em Santarém no Jardim da República.
Após um frugal café (desta vez não houve farinheira nem vinho verde) lá partimos direitos a Almeirim pela ponte velha.
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| Motardins e Motardaz |
Passagem pelo centro da cidade e tomamos estrada em direcção à Chamusca. A passagem por Alpiarça faz sempre doer o coração ... a quantidade casas espectaculares da primeira metade do séc. xx que se encontram abandonadas, à espera dos PDM desenhados por iluminados do desenvolvimento, até faz dó. Pelo menos ainda não foram destruídas pelo que neste aspecto a crise tem um lado positivo que é também ter chegado ao betão.
Seguimos na estrada até ao cruzamento de Ulme. A partir daqui as estradas interiores até Foros do Arão proporcionam-nos um espectáculo muito agradável quer na condução quer de paisagem. Vão-se sucedendo os quilómetros e vai-se passando por aldeias e lugares na maior parte das vezes sem ver vivalma. Não se vê praticamente nenhuma actividade, nem tractores, nem pessoas. Se isto já está assim em 2011 em 2013 nem quero ver...
Paragem na vila de Montargil para actualizarmos o plano e vermos se queremos efectuar algum desvio ou seguir a rota inicial. Resolvemos contornar a barragem pela margem direita e seguir em direcção a Ponte-de-Sôr. Os Foros do Mocho (vim a saber mais tarde) situados na margem esquerda da barragem têm de ficar para outra volta.
| Barragem de Montargil |
Nas margens da Barragem encontram-se alguns empreendimentos turísticos com soluções mais e menos felizes mas também aqui se vêm alguns (pelo menos aparentemente) sem estarem em funcionamento.
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| Zona ribeirinha - Ponte-de-Sôr |
Almoçámos em Ponte-de-Sôr. Nada de especial mas também não queríamos nem perder tempo à procura nem a comer. O dia era para passear...
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| Avis |
Em Avis subimos até entramos nas portas do castelo e começámos a efectuar um passeio a pé pela vila.
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| Avis |
Num dos percursos fomos abordados por um amigo de Avis que logo se dispôs a actualizar-nos em relação aos excilibris da vila. Claro que o bicho-do-mato pirou-se logo e deixou-me sozinho à conversa...
Recomendou-nos restaurantes para comer e indicou uma série de sítios na vila que apresentavam alguma história e que seriam interessantes de ver (uma casa com uma chaminé árabe, a casa onde morou a mãe do Mestre de Avis (apesar dele achar que era mentira uma vez que as datas não batiam certo), a casa de uma antiga ministra da cultura. Foi um apontamento simpático na viagem.
| Barragem do Maranhão |
Após o passeio a pé pela vila saímos para Sul em direcção à Barragem do Maranhão. Tivemos de sair da estrada principal para chegar até ao paredão da barragem. a estrada tinha saída para além da barragem mas o adiantado da hora não nos permitiu ir explorar esse lado pelo que voltámos pelo mesmo caminho até à estrada que vai para Pavia.
Desvio para a estrada em direcção ao Cabeção para evitar Pavia e experimentarmos um caminho mais secundário. Aqui podíamos ter parado uma ou duas vezes já que a paisagem o merecia. Temos de criar uma logística que nos seja mais fácil efectuar paragens rápidas para sacar a máquina e dar dois disparos e depois arrancar.
Seguimos a estrada em direcção a Coruche com o objectivo de esticarmos as pernas junto ao rio e comer qualquer coisa. É sempre agradável passar um bocado naquela esplanada junto ao rio com o sol do fim da tarde.
Analisámos as horas e os kms que ainda faltavam e resolvemos seguir direitos a Muge. Assim ainda fazíamos mais alguns kms juntos. Passámos a ponte de Muge para o lado de Porto de Muge e aqui separamo-nos: eu segui para norte em direcção ao Vale de Santarém e o Motardins seguiu para sul em direcção a Valada.
Cheguei mesmo a tempo de trocar de burro e ir buscar o mais novo à escola.
domingo, 19 de junho de 2011
Grande, grande comparativo de maxi-trails
O motardeitas era o único a ter uma montada que intervém neste comparativo, mas vendeu e optou por outros caminhos :)
quais stroms, varaderos e tdm lol
domingo, 22 de maio de 2011
Sexta feira 13, sem azares
No aniversário da pendura, convideia-a para um almocinho na Comporta, com direito a viagem de mota. Ok, convite não é a palavra mais acertada...teve que existir uma certa pressão.
Mas foi mais uma sexta feira 13, sem azares e muitos kms...
Mais uns trocos para gasolina e para o ferry...
num dia de sol de meter inveja, até porque o resto trabalhava...Para uns estarem de férias, outros têm que dar ao cabedal!
Mais umas bejecas para o caminho.
A repetir: viagem e companhia.
A não repetir (tão cedo): almoço no Museu do Arroz.
Mas foi mais uma sexta feira 13, sem azares e muitos kms...
Mais uns trocos para gasolina e para o ferry...
num dia de sol de meter inveja, até porque o resto trabalhava...Para uns estarem de férias, outros têm que dar ao cabedal!
Mais umas bejecas para o caminho.
A repetir: viagem e companhia.
A não repetir (tão cedo): almoço no Museu do Arroz.
domingo, 27 de março de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Expo Batalha 2011
Dia 6, pelas 10 horas, "ajuntamento" em Alhandra!!!!Uma Transalp, uma Varadero e uma FJR1300 aguardavam por um V-Strom...ah pois é! Os bons fazem-se esperar ehehee...
Iniciámos esta ida à Batalha, que não passou de uma desculpa para andar de mota, com um reconhecimento de estações de serviço!!! Só num dia conseguimos parar em tantas estações de serviço como no resto da minha vida...só para verificar a pressão dos pneus!!!!Mas conseguimos: uns na Castanheira do Ribatejo, outros em Santarém!!! máquinas estranhas, aquelas!!!
Apanhámos o TDM em Santarém e arrancámos depois dele nos ter brindado com um pãozinho quente com farinheira e uma taça de verde tinto fresquinho! Estraga-nos com mimos!!!
Devagarinho, para desespero do FJR1300, seguimos até aos Olhos de Água, onde almoçámos uns bifes e mamámos umas loiras e umas pretas (as duplas interpretações são bem-vindas ;) )
Belo spot.
Depois do repasto, seguimos para a exposição na Batalha...
Pronto, também gostei da Super Tenere...e também iria a Marrocos ou à Islândia com a Motoxplorers, não fosse aquele gajo...como é que ele se chama????ah,o Sócrates :)
No regresso, lugar a muito trânsito. O FJR despediu-se e rumou ao Sul, enquanto os restantes rumaram a uma bifana e uma "mine" em Rio Maior.
Depois, Santarém, Alhandra, ..., e se não foi desta que nos caíram os dedos, dificilmente cairão.
Valeu!
Iniciámos esta ida à Batalha, que não passou de uma desculpa para andar de mota, com um reconhecimento de estações de serviço!!! Só num dia conseguimos parar em tantas estações de serviço como no resto da minha vida...só para verificar a pressão dos pneus!!!!Mas conseguimos: uns na Castanheira do Ribatejo, outros em Santarém!!! máquinas estranhas, aquelas!!!
Apanhámos o TDM em Santarém e arrancámos depois dele nos ter brindado com um pãozinho quente com farinheira e uma taça de verde tinto fresquinho! Estraga-nos com mimos!!!
Devagarinho, para desespero do FJR1300, seguimos até aos Olhos de Água, onde almoçámos uns bifes e mamámos umas loiras e umas pretas (as duplas interpretações são bem-vindas ;) )
Belo spot.
Depois do repasto, seguimos para a exposição na Batalha...
Deu para passar a tarde mas não deslumbrou...excepção feita à Yamaha:
Pronto, também gostei da Super Tenere...e também iria a Marrocos ou à Islândia com a Motoxplorers, não fosse aquele gajo...como é que ele se chama????ah,o Sócrates :)
No regresso, lugar a muito trânsito. O FJR despediu-se e rumou ao Sul, enquanto os restantes rumaram a uma bifana e uma "mine" em Rio Maior.
Depois, Santarém, Alhandra, ..., e se não foi desta que nos caíram os dedos, dificilmente cairão.
Valeu!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Não há pessegueiros na Ilha!
1ª viagem de dia inteiro. Já estava combinada há vários dias e eis senão quando na véspera cai uma valente tempestade...ai!ai! Lá começámos a rezar aos anjinhos porque isto de andar com o piso molhado e as estradas todas sujas já requer algumas mãozinhas (muitas!).
Queres ver que só pára em Alcácer do Sal! -"Motardins
! Toca a campainha que nós queremos sair em Tróia!" Ah! Agora já não fica na ponta...é um pouco mais abaixo...só o de passageiros é que fica... Ok! A última vez que tinha andado no ferry já foi há muitos anos...ainda eram cinzentos e paravam mesmo em Tróia!
O percurso já estava estudado e era uma estrada que estava no nosso imaginário há já muito tempo! Já a fizemos de automóvel, em pequeno, em crescido, de camioneta mas...last but not the least...faltava de mota. A estrada é Tróia até Porto Côvo.
Começamos com a tradicional partida de Chez Nous e ainda não tinha feito o primeiro km já estava com uma paragem técnica para vestir as sobrecalças. Está frio como um raio! Não sei o que é que estão a fazer os calções de banho e a toalha dentro das malas...Bem no Ferry sempre pode salpicar e é melhor estar prevenido!
Desta vez éramos apenas dois mas não deixámos de efectuar o tradicional briefing do Carregado (já começa a ter fama).
Desta vez éramos apenas dois mas não deixámos de efectuar o tradicional briefing do Carregado (já começa a ter fama).
- "Nunca me lembro de ter visto isto tão vazio!" Talvez por ainda não serem 9h da manhã...
Após a chegada do Motardins lá fizemos os planos: direitos à ponte Vasco da Gama, Setúbal e o Ferry para Tróia...
Em Setúbal parámos as motas e fomos comprar os bilhetes para o Ferry...
-"Não! Não queremos comprar o barco...só queremos dois bilhetes de uma viagem para Tróia! Ah o preço é só dos bilhetes?! Chiça!
-"Olhe! As motas não escorregam ao entrar para o barco? É que está tudo molhado..."
-"Épá! Escorregar não escorrega mas não podem entrar no barco a abrir!"
-"?!?!" Ah não? Já perdeu a piada! E nós a pensar em entrar a rasgar..."
-"Olhe! As motas não escorregam ao entrar para o barco? É que está tudo molhado..."
-"Épá! Escorregar não escorrega mas não podem entrar no barco a abrir!"
-"?!?!" Ah não? Já perdeu a piada! E nós a pensar em entrar a rasgar..."
Quando saímos do barco resolvemos voltar para Norte de modo a começarmos a viagem no início da estrada. Demos uma volta por Tróia (não encontrámos a Diane Kruger mas não perdemos a esperança) e pensámos ir beber um café a um restaurante sobre a praia. Aí aconteceu-nos a primeira peripécia. Éramos capazes de jurar que o restaurante estava sobre a Praia mas não...a avaliar pela qualidade do café, das "chávenas", do serviço ou dos pastéis de nata pensámos que estávamos no parque de treinos da ASAE! Mas não...estávamos a ser extremamente injustos o preço pedido pelo serviço confirmou-nos que estávamos num famoso café do Boulevard de St Germain em Paris. Íamos tão embrenhados na viagem que nem reparámos...assim vale mais não sair de casa.
Resolvemos partir em direcção a Sul. Passámos pelas bicicletas que tinham ido no barco e a seguir à Comporta virámos para a Praia do Brejo mas ficámos pela povoação antes da praia que nesta altura se apresentava deserta. Voltámos à estrada principal e rumámos a Sul outra vez... As bicicletas já aqui vão?!Fogo!
Vamos ver a praia do Pêgo? Bora...Um tipo quando é bem-educado é o sempre mesmo que não seja necessário. Situação: parque de estacionamento a 150 metros da praia...estradão de terra mesmo até à praia...ninguém em redor...Onde é que se estacionou as motas? No parque! Ah pois é! E agora vai a pé o resto do caminho que só faz é bem...
Próximo destino: São Torpes e provavelmente parar para comer qualquer coisa (e foi mesmo!)
1ª vitória: conseguimos saber que havia algumas coisas para petiscar em snack apesar de não ficarmos com a certeza de quais;
2ª vitória: sim ela até fazia o favor de pedir na cozinha para preparar uns pregos.
Dada a relutância em fazer o pedido por parte da moça comecei outra vez a divagar e a pensar que estava num restaurante da Rive Gauche e que iria provar um Prégô aux Cèpes avec Bouillabaisse e que tínhamos tido a sorte do cozinheiro estar naquelas paragens nesse dia!...
Pelo tempo que demora os Cèpes devem ser apanhados no momento. -"Épá! Que prato é aquele no balcão?" -"Não deve ser para o nosso! Nós pedimos dois pregos e aquele é só um e é normal!", Pst!, -"Acho que ela está a meter-se contigo..." Não! É para ir buscar o prato!"
Percebemos então que sempre que pedíssemos qualquer coisa teríamos de nos dividir entre o relaxamento da paisagem e o stress de perceber se os pratos que estavam no balcão seriam os nossos! A menos que não nos importássemos de comer os pregos frios e as cervejas quentes!
Partimos em direcção a Porto Côvo mas tive de fazer uma paragem na minha praia...surpresa...a descida escondida e difícil que permitia usufruir na maior parte das vezes de uma praia sem ninguém, tinha sido substituída por uma escada de betão.
De regresso resolvemos ir pela estrada até Alcácer do Sal e só aí apanhar a auto-estrada em direcção a casa.
Pegámos nas motas e partimos em direcção ao destino final: a Ilha do Pessegueiro.
De regresso resolvemos ir pela estrada até Alcácer do Sal e só aí apanhar a auto-estrada em direcção a casa.
domingo, 3 de outubro de 2010
Depois do início!
Conforme pedido do Motardlopes, foi acrescentada qualquer coisa à foto inicial!!!
Parece uma Traineira!!!!!com todo o respeito é claro!
Tá confirmado:a maior é a tua ;)
Parece uma Traineira!!!!!com todo o respeito é claro!
Tá confirmado:a maior é a tua ;)
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